PC prende Fernanda Bittencourt, envolvida na morte de Euler na cidade de Sorriso.

PUBLICIDADE

Os dois tem envolvimento no homicídio de Euler Ramon Bastos Dos Santos, de 25 anos, que foi morto a tiros na tarde desta terça-feira na rua Lupicínio Rodrigues, bairro Bela Vista, em frente a uma vidraçaria onde trabalhava.

A Polícia Civil prendeu na manhã desta segunda-feira (08/12) Fernanda Bittencourt Schmidt, vulgo “Maitê”, por homicídio qualificado e organização criminosa. Continua foragido Lucas da Silva de Jesus, vulgo “Biro”, também por homicídio qualificado e organização criminosa. Os dois tem envolvimento no homicídio de Euler Ramon Bastos Dos Santos, de 25 anos, que foi morto a tiros na tarde desta terça-feira na rua Lupicínio Rodrigues, bairro Bela Vista, em frente a uma vidraçaria onde trabalhava.

A polícia também procura por Cleverton Guimarães Nascimento, vulgo “Crê”, Ronbaldo Tossati, vulgo “Xuxui”, e Marcos Vinícius Nascimento Silva e Silva, vulgo “Vini”, todos por Orcim, homicídio qualificado e roubo.

No dia (26/11), um homem, de 21 anos, foi preso suspeito de participar da morte de Everton Gabriel Khel Maiolli, 24, na última quinta-feira (20/11), no bairro Monte Líbano, em Sorriso. Investigações apontam que o jovem foi “julgado” por lideranças de facção, em videochamada, por vender drogas para rivais. Após a ligação, ele foi torturado e morto pelo “amigo”, além de matá-lo, também colocaram fogo em seu corpo.

O suspeito de cometer o crime foi encontrado durante a tarde em seu local de trabalho. As primeiras informações apontam que Everton Gabriel pertencia a uma facção, mas estava vendendo drogas para os rivais, o que teria motivado o crime.

O delegado Bruno França conduz as investigações e afirmou que a vítima e o suspeito pertenciam a um mesmo grupo criminoso. O investigado foi até a casa de Everton Gabriel para questionar sobre a venda das substâncias. Ao vasculhar o celular da vítima, o suspeito encontrou indícios que comprovaram a ação.

Após a confirmação, o suspeito realizou uma videochamada com lideranças da facção, dentro de presídios, que decretaram a morte de Everton.

A vítima foi morta em decorrência de queimaduras, mas indícios apontam a tentativa de asfixia, por conta de panos amarrados no pescoço, bem como traumas na cabeça. A vítima foi encontrada carbonizada e com machas de sangue ao redor do corpo.

A Polícia Civil segue com a investigação, realizando novas ações, com objetivo de apurar o envolvimento de outros suspeitos participantes no crime.

Os criminosos chamaram Euler pelo nome e, quando ele foi conversar, percebeu o perigo e tentou correr, mas foi alvejado uma vez e, depois da queda, foi alvejado outras vezes.

A Polícia Militar realizou rondas e conseguiu apreender dois suspeitos que fugiam em um carro.

Fonte: JK Noticias

Mais recentes

PUBLICIDADE