Kim Jong-un morreu? O que se sabe sobre os rumores de suposta hemorragia cerebral envolvendo o líder da Coreia do Norte

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Rumores de que Kim Jong-un morreu após sofrer uma hemorragia cerebral circularam nas redes sociais; imprensa estatal norte-coreana se manifesta

Deny Campos l ND+

As especulações de que Kim Jong-un morreu durante um tratamento médico na China ganharam força nas redes sociais.

No entanto, não há confirmação confiável da morte do líder norte-coreano, que teria sofrido uma hemorragia cerebral.

A imprensa estatal da Coreia do Norte divulgou na última terça-feira (20) fotografias de uma aparição pública do ditador atribuída ao dia anterior.Receba no WhatsApp as principais notícias do dia em primeira mão

Segundo a agência sul-coreana Yonhap, a KCNA (Agência Central de Notícias da Coreia) informou que Kim visitou, na segunda-feira (19), uma exposição nacional de roupas e calçados.Play Video

Ele estava acompanhado da esposa, Ri Sol-ju, e da filha, Kim Ju-ae. As fotografias divulgadas mostram o líder observando produtos e conversando com autoridades durante o evento.

Como surgiram os rumores de que Kim Jong-un morreu?

Os rumores de que Kim Jong-un morreu começaram a circular com mais intensidade entre domingo (18) e segunda-feira (19), principalmente na rede social X. As publicações apresentavam diferentes alegações sobre o estado de saúde do líder e as circunstâncias de uma suposta morte.

Entre as pessoas que divulgaram essas afirmações está Xie Wanjun, dissidente chinês residente nos Estados Unidos. Ele alegou que Kim teria sofrido uma grave hemorragia cerebral e sido levado para um hospital em Pequim.

Outras publicações afirmavam que o líder teria morrido durante o tratamento médico e que seu corpo estaria sendo transportado secretamente para a Coreia do Norte.

Também circularam alegações de que sua irmã, Kim Yo-jong, teria assumido o poder e de que aproximadamente 9 mil militares chineses teriam sido enviados ao país. Nenhuma dessas versões foi comprovada por fontes independentes.

Uma checagem publicada nesta terça-feira (20) pela revista sul-coreana Weekly Kyunghyang também questionou a credibilidade das alegações e destacou o histórico de informações não comprovadas divulgadas por Xie Wanjun.

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